More Bush, Morre Lula!
Março de 2007 é um mês para não ser guardado na memória dos latinos americanos. É que o senhor todo poderoso, dono do mundo, o “Almighty” como eles dizem lá deu uma chegada aqui nos trópicos, mas se “Não existe pecado ao sul do Equador” o que a santidade veio fazer aqui? Medo que o Hugo Chávez ganhe mais influência na região? Será? Tentar recuperar a importância que os E.U.A. sempre tiveram na região e que está diminuindo gradativamente? Será? Tentar recomeçar a negociação da ALCA? Será? Veremos...
O governo de George W. Bush tem se mostrado sempre diplomático, apaziguador e pacifista em questões internacionais como a invasão do Iraque para encontrar “armas químicas de destruição em massa”, a prisão de Saddam e a criação de uma democracia (?); a invasão do Afeganistão para prender Osama Bin Laden que ainda está foragido e completou mais uma primavera no último diz 10 vivendo hoje tranquilamente em Ubatuba no litoral norte de São Paulo com uma caiçara.
Mas o gringo chegou no Brasil e o carnaval já havia acabado...Nosso presidente conversou, conversou, conversou...quase abriu as pernas mais uma vez iríamos passar mal. (parte panfletária do texto) Se o Bush quer o etanol para deixar os E.U.A. menos dependentes do petróleo ele que diminua as tarifas alfandegárias para o etanol brasileiro, nós temos tecnologia e experiência para isso, mas deu pra perceber que eles (os gringos) não deixarão de dar subsídios para seus agricultores, desenvolverem tecnologia para fabricação de etanol e fortalecerem mais ainda o seu protecionismo. I-pod eu quero, mas quero vender suco de laranja também!
O Sr. Bush com a sua vinda para América Latina está tentando de todo o jeito “limpar a barra” dos E.U.A. fazendo uma campanha populista (algo impensável para ele) e dando esperança aos pobres da região (algo em torno de 90% da população).
Comeu churrasco em Brasília, mas antes certificando-se que a carne não estava contaminada com aftosa; bebeu chá de coca na Colômbia, tomou peyote no México e depois de toda essa maratona pela América Latina foi barrado em San Diego por um exame anti-doping...
Pensamento do dia:
"Pimenta na Bush dos outros é refresco"
O governo de George W. Bush tem se mostrado sempre diplomático, apaziguador e pacifista em questões internacionais como a invasão do Iraque para encontrar “armas químicas de destruição em massa”, a prisão de Saddam e a criação de uma democracia (?); a invasão do Afeganistão para prender Osama Bin Laden que ainda está foragido e completou mais uma primavera no último diz 10 vivendo hoje tranquilamente em Ubatuba no litoral norte de São Paulo com uma caiçara.
Mas o gringo chegou no Brasil e o carnaval já havia acabado...Nosso presidente conversou, conversou, conversou...quase abriu as pernas mais uma vez iríamos passar mal. (parte panfletária do texto) Se o Bush quer o etanol para deixar os E.U.A. menos dependentes do petróleo ele que diminua as tarifas alfandegárias para o etanol brasileiro, nós temos tecnologia e experiência para isso, mas deu pra perceber que eles (os gringos) não deixarão de dar subsídios para seus agricultores, desenvolverem tecnologia para fabricação de etanol e fortalecerem mais ainda o seu protecionismo. I-pod eu quero, mas quero vender suco de laranja também!
O Sr. Bush com a sua vinda para América Latina está tentando de todo o jeito “limpar a barra” dos E.U.A. fazendo uma campanha populista (algo impensável para ele) e dando esperança aos pobres da região (algo em torno de 90% da população).
Comeu churrasco em Brasília, mas antes certificando-se que a carne não estava contaminada com aftosa; bebeu chá de coca na Colômbia, tomou peyote no México e depois de toda essa maratona pela América Latina foi barrado em San Diego por um exame anti-doping...
Pensamento do dia:
"Pimenta na Bush dos outros é refresco"
